quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Eu vejo gente burra...

E todos seguiam... uns apressavam os passos, outros caminhavam lentamente, com minutos de lucidez tentavam desviar o caminho, embora, fracos seguiam os outros...Todos iam em uma direção , a forca.


Fascinados, atraídos, iludidos, enganados...eles seguiam...insistentemente, eles seguiam.

Havia luz, ela era contrária a direção, alguns por vezes olhavam pra ela, mas logo fechavam os olhos e seguiam... É... eles seguiam.


Chegada a hora, cada um toma sua corda e prende ao redor do pescoço, fazem tudo como servos obedientes. Ouvem uma voz que gentilmente os convidam a correr dali, voltar. Eles a ouvem, não tem como não ouvir, mas fingem que não ouvem ou se ouvem, estão fascinados de mais pra dar ouvidos. É uma pena, se jogam com a corda no pescoço. A ilusão acaba, a dor é o que sobra no final.


Cruel ver algo que te liberta, te matar.


Inércia

Como entender o Amor
Que despede causando Dor
A cada dia que abandono o servo
Entristeço-o
Quem antes de tudo amava
Não mereço

E a inércia a minha frente a esse amor
Me constrange e me leva a aceitar
o sacrificio de Cristo que me purificou
Me fez livre pra que eu possa amar

Pois o homem não entende esse Amor

Que excede todo o pensamento

Foi o filho de Deus que por mim se entregou
e os meus erros, culpas e falhas
Ele levou

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